Depois do anúncio muito se disse sobre os futuro dos produtos da SUN, como o Open Office, MySQL e a parte de hardware e até mesmo sobre os funcionários
Conversando com um amigo que trabalha na SUN do Brasil ele me disse que a empresa deve responder como SUN até o meio do ano, acredito que deve ser por causa do balanço, que na SUN é sempre no meio do ano. Portando até lá acredito que não haverá demissões. Entretando acredito que de acordo com o atual modelo de economia mundial deverá haver demissões, sim!
Sobre o banco de dados MySQL o que dizem é que a ORACLE deve sim, continuar mantendo o banco por se tornar uma excelente ferramenta livre.
De acordo com essa notícia, o SAP tem muito mais a perder com a fusão do que a própria Microsoft:
“Além disso, a aquisição solidifica o reinado da Oracle no mercado de banco de dados corporativos. Que empresa conseguiria competir com uma tecnologia de banco de dados resultante da combinação do know-how de Oracle e Sun? Até a Microsoft, com o SQL Server 2008 rodando em Intel seria fortemente pressionada na hora de atender a necessidades de aplicações de empresas financeiras ou do governo, por exemplo. O grande concorrente para a nova empresa seria a SAP, que tem muito a perder com a fusão.”
A acessibilidade no desenvolvimento de sites não é uma concessão, um ato de boa vontade para com usuários com necessidades específicas: é uma visão estratégica e lucrativa.
Imagine o site de uma loja ou de um banco construídos sem a acessibilidade adequada: uma pessoa com deficiência ou com qualquer tipo de dificuldade de acesso – potenciais clientes – estarão automaticamente excluídos. E o que dizer dos sites de serviços públicos?
Esse vídeo de 12 minutos sobre a Acessibilidade Web, mostra algumas das principais barreiras de diversos sites e suas soluções. Ele foi produzido pela equipe do Acesso Digital e resume a idéia do que é acessibilidade na web. O grupo Acesso Digital é formado por consultores com diversas experiências de mercado, formação e de vida. Eles estudam, pesquisam e trabalham para melhorar o acesso à Tecnologia da Informação.
Observações importantes sobre o vídeo, de acordo com a equipe do Acesso Digital:
Todos os exemplos mostrados no vídeo foram extraídos da experiência real. Ao selecionar os sites que seriam utilizados, foi levado em conta: a variedade dos problemas de acessibilidade; a clareza com que esses problemas poderiam ser apresentados; a diversidade dos sites (de serviços públicos, de empresas privadas, de compras, de notícias, de bancos, etc). Como a esmagadora maioria dos sites brasileiros tem sérios problemas de acessibilidade, a utilização de determinados sites não significa que estes sejam menos acessíveis do que outros, que poderiam também estar ali; significa apenas que as páginas escolhidas ofereciam melhores exemplos, na época em o vídeo foi gravado, além de serem, em sua maioria, sites muito visitados, os quais um significativo número de pessoas gostaria de poder acessar sem limitações.
O vídeo possui legenda em português, para pessoas com surdez ou deficiência auditiva. Contudo, a equipe do Acesso Digital ainda não conseguiu colocar a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). O preço do software que poderia fazer a tradução é muito alto, bem como o preço de um competente intérprete desta linguagem, além do custo da filmagem para poder colocar no canto da tela, conforme padrão.
Também por motivos financeiros, o vídeo ainda não está contemplado com áudio-descrição. Algumas imagens não serão conhecidas pelas pessoas com deficiência visual. No entanto, não será difícil entender perfeitamente todo o conteúdo transmitido, pois as imagens são ilustrações do que está sendo falado.
À medida que acontecia a pesquisa e consultoria a alguns especialistas no assunto, chegou-se à conclusão de que, até o presente momento, não existe nenhum trabalho semelhante disponível. Assim, para dar maior visibilidade ao tema, há o projeto de criar versões do vídeo noutras línguas, começando pelo inglês.
Caso você tenha ou conheça alguma maneira de nos ajudar a concretizar algum dos projetos citados acima, quer seja através de patrocínio ou de trabalho voluntário qualificado, basta entrar em contato com o Acesso Digital!
Uma coisa que sempre vejo os programadores quebrando a cabeça é para “limpar” os campos em tela na execução.
Com o código abaixo conseguiremos manipular os valores dos edits no form.
Mãos a massa.
No form que vocês querem efetuar a limpeza dos edits, insira um Button e implemente o seguinte código no click:
procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
procedure LimparEdits(AControl: TComponent);
var
vLoop: Integer;
begin
for vLoop := 0 to AControl.ComponentCount-1 do // ComponentCount retorna a qtde de componentes que o
begin // o parent é o AControl, ou seja, somente os componentes que
{ Se for um componente do tipo TEdit, } // estão ligados a ele
{ então iremos limpar o conteúdo, caso }
{ contrário, iremos rechamar a procedure }
{ pois o AControl pode ser um painel e temos }
{ que limpar inclusive os edits do painel }
if AControl.Components[vLoop].ClassType = TEdit then
TEdit(AControl.Components[vLoop]).Clear // Aqui utilizamos o Cast para obter as propriedades e métodos do edit }
else
LimparEdits(AControl.Components[vLoop]);
end;
end;
begin
LimparEdits(Self); // O processo irá iniciar limpando os edits que estão diretamente
// docados no form
end;
Pessoal, boa noite!
Na dica de hoje iremos aprender como jogar valores para “inputs” dentro de um WebBrowser.
Imagine a seguinte situação (real): seu cliente solicita que seja efetuada a consulta de um determinado CNPJ no SINTEGRA de São Paulo, para um CNPJ conhecido pelo sistema? A principio você criaria uma novo form com o componente WebBrowser acessando a página solicitada:
Agora, como atribuir o CNPJ e Insc.Estadual nos devidos campos?
Com esse código você fará isso facilmente.
No evento onDocumentComplete do WebBrowser você implemente:
var
FormItem: Variant;
Field: Variant;
FieldName: String;
I,J: Integer;
begin
if WebBrowser.OleObject.Document.all.tags(’FORM’).Length = 0 then
Exit;
for I := 0 to WebBrowser.OleObject.Document.forms.Length - 1 do
begin
FormItem := WebBrowser.OleObject.Document.forms.Item(I);
try
for j := 0 to FormItem.Length - 1 do
begin
//Identifica o campo e seu nome no formulário
Field := FormItem.Item(j);
FieldName := Field.Name;
if FieldName = ‘cnpj’ then // nome do input para o campo CNPJ
Field.Value := edtCNPJ.Text;
if FieldName = ‘ie’ then // nome do input para o campo Inscr.Estadual
Field.Value := edtIE.Text;
end
except
ShowMessage(’Não foi possível identificar os campos para atribuir os valores de CNPJ e IE’);
end;
end;
end
Uma observação, para a atribuição no campo, você precisará identificar o ID do input na página.
Um Class Helper é um tipo que – quando associada à outra classe – introduz métodos adicionais e propriedades que podem ser utilizadas em no contexto da classe associada (ou seus descendentes).
Essa nova característica da linguagem e do compilador Delphi (2006, 2007 e 2009) é poder estender novas funcionalidades em classes já existentes, podendo assim adicionar novos métodos e propriedades sem ter que criar uma nova classe herdando.
Um exemplo que já diz tudo
Imagino que vocês são como eu, preferem a prática do que a teoria, portanto, mãos a obra =D
Nesse exemplo iremos extender uma nova funcionalidade para a classe TStringList, onde ela poderá aceitar valores inteiros no método ADD.
Sou fascinado por videos na internet, o youtube tornou a incrível capacidade do ser humano em se meter em encrencas (e ser filmado) mais acessível ao mundo. Talvez daí surgiu aquela frase da Intercon 2008: “A internet não deixa você mais idiota, só deixa a tua idiotice mais acessível aos outros”.
Acredito que essa seja a grande sacada da web 2.0. O poder do usuário em criar, marcar, comentar…
Pra entender melhor isso, o pessoal criou o video “The Machine is us” ou “A máquina somos nós”, depois disso ainda veio o “Super Mercado 2.0” e um video que está fazendo um grande sucesso é “Did you now? 3.0″ ou “Você sabia? 3.0″.
Bom, prefiro deixar que vocês avaliem o vídeo…
Se você gostou desse vidoes, ainda tenho mais uma dica, o video sobre “A visão dos estudantes” ou “The students vision“, este não achei a legenda.
Essa dica veio diretamente do WebResourceDepot, o Styleneat é um serviço que deixa seu código CSS mais fácil de ler e atualizar. Ele organiza e padroniza o seu código CSS – Seletores, sub-seletores e suas propriedades.
Pode ser usado de 3 maneiras:
Passando o texto CSS;
Passando o arquivo CSS;
E passando a URL do CSS.
Oferece também a possibilidade de organizar o seu CSS por ordem alfabética no formato das linhas com ou sem quebra. Muito bom, eu já usei e recomendo!
Se você faz aplicações para o opensocial deve estar se perguntando: Porquê a aplicação não aparece no perfil?
Eu também fiquei com a pulga atrás da orelha, mas fazendo contato com alguns desenvolvedores descobri que o Orkut bloqueou as aplicações para aparecer no no profile. Isso ocorreu pelo fato de muitos desenvolvedores estarem se aprovietando para fazer pishing.
Pishing… alguém faz pishing por acaso? rsrs
No Orkut Developer Blog fala sobre isso, mas é desde fevereiro… Disseram que vão verificar app por app para pegar quem faz abuso. Rola um comentário que existe até uma white list…
Os apps mais populares devem voltar mais rápido com certeza, alguns até já voltaram.
O ImageSwitch é um plugin para o JQuery que faz efeitos de transições entre imagens com um código realmente muito simples!
Ná página principal do plugin você pode testar todos os efeitos disponíveis e e nesta página você pode ver todos os exemplos.
Hieu Pham, autor do plugin, acatou a nossa idéia e disse que irá implementar um PreLoad() das imagens na próxima versão (deve sair amanhã), assim você não corre o risco de fazer o efeito sem a imagem ter sido carregada primeiro. Isso acontece muito, principalmente se a internet do usuário não for lá aquelas coisas…
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